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  • Bento do Portão - Maria Guerra Feitosa

  • Bento do Portão - O MENDIGO MILAGREIRO

     

    Não é à toa a boa vida dos mendigos que moram nos túmulos do Cemitério de Santo Amaro (zona sul de São Paulo). No começo do século, um pedinte fez fama curando pessoas na região.

    Antônio Bento, o “Bento do Portão”, atrai muitos pedidos. Nas segundas-feiras, um grupo de fiéis costuma fazer correntes de oração por ele.

    Na quarta-feira, o NP - Notícias Populares -  flagrou três pessoas dormindo, comendo e bebendo na tumba do cemitério em que Bento está enterrado.

    A fama de milagreiro começou 5 anos após a morte de Bento, em 1922. Uma mulher pediu para que suas pernas não fossem amputadas. Teria alcançado a graça.

    De lá pra cá, o Cemitério de Santo Amaro virou local de peregrinação de fiéis e mendigos. E gente especial, como Maria Feitosa, 65.

    Todos os dias, ela cuida do túmulo, limpando os vasos e lavando o corredor, sem receber nada por isso. Ela ainda costuma entregar santinhos de Bento.

    A maioria conheceu o túmulo do mendigo através de parentes. Foi uma tia, por exemplo, quem indicou Bento para a arrumadeira Cidarra Santos Souza, 35. “Eu não conseguia ter filhos e pedi para o Bento. Hoje, estou grávida de um mês e meio”.

    A aposentada Leontina Rodrigues Moura, 64, fez a promessa para a neta. Ela não gostava das más companhias da menina. “Durante meses vinha todo dia colocar flores para o Bento. Hoje, tenho um bisneto de 10 anos, filho dela”, contou dona Leontina.

    As promessas estão ajudando a preservação da sepultura do mendigo. A placa de barro que cobria o túmulo foi trocada por uma de mármore. Coisa de um policial que teve graça alcançada.

    Bento do Portão passou parte de seus 42 anos em Santo Amaro, cortando lenha e carregando água para moradores. Quando sentia fome, sentava na porta da casa das pessoas e pedia comida.

    O costume lhe rendeu o nome de “Bento do Portão”. Em 29 de junho de 1917, ele foi encontrado morto na entrada do cemitério. Bento foi enterrado na quadra 8 da rua Carlos Gomes, no Cemitério de Santo Amaro. (texto de MARCOS SÉRGIO SILVA)


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